Vem me comer, vou ser sua com tudo...

Dezinha, se oferece na rua Guaicurus, Belo Horizonte

Um programa normal de 30 minutos com Dezinha custa na rua Guaicurus R$ 30. "Chupo nua e de joelhos, com toda a dedicação devida de uma puta submissa e boa, e me abro totalmente quando transar. Beijo com língua e aceito, se vc ao transar me quer enfiar um dedo no cuzinho. Por transar anal cobro R$ 5 a mais."

Dezinha, putinha gostosa e suas aventuras safadas

A puta Andreza Cristina de Belo Horizonte é uma menina de 19 ou 20 anos e mora num bairro no Norte da capital, chamado Mantiqueira. Desde cedo ela foi bem safadinha e muitas vezes sentou no barzinho no colo de homens para ganhar 50 centavos. Ela ficou quase sempre sem pai, e muitas vezes sem mãe e cuidou da irmãzinha ou procurou seu próprio caminho. Desde pequena usou biquinis bem pequenos e apertadinhos, e descubriu que fazia muito sucesso assim na piscina da SESI de Venda Nova e outros lugares.

Como 14 anos começou a treinar seu cuzinho sentando em cima de uma garrafa, fazendo o gargalo entrar no cuzinho mais e mais, até o cuzinho firme e estreito cedeu. Ela pensou que seria assim mais fácil fazer anal sem complicações e subir assim na consideração de namorados e outros rapazes. Já com 15 anos fez pela primeira vez programa. Mais tarde ela trabalhou com os nomes Dezinha, Janaina ou Andressa. Dezinha é também seu apelido, além de Putinha e "Cuzinho de Mel de Mantiqueira". Esse apelido ela merece mesmo, porque ela sabe mexer com a portinhola atrás e suga um pau ou um dedo enfiado igual a uma vitela que mama.

No verão, quando Belo Horizonte fica meio vazio, as putas gostam de ir a regiões com praias para trabalhar lá, fazendo férias e ganhar à noite a grana para se mesma e namorado, cafetão ou familiares que se ajuntam. Dezinha contou me o seguinte: "Uma vez, quando eu tive 17 anos, um cafetâo me convidou para ficar três meses no verão em Guarapari, e ele me ensinaria. Ele falou que cobraria de R$ 100 por dia, mas poderia pagar com os programas, que faria. Aceitei, mas não aprendi nada a não ser o que já sabia: dar o cu, mexer bem a bucetinha e o cuzinho como se fossem outras bocas com língua e lábios móveis, chupar e engolir e receber muitas tapas e mais. Ele me ensinou três dias sozinho, depois eu atendi a varios amigos de graça e depois me levou a clientes. Por cliente recebi R$ 10, ele ficou com o resto. No final ele me presentou as contas, cobrando os R$ 100 dele por dia, então em tudo mais de 9 mil, a comida, moradia e outros extras e confrontado com meus ganhos de R$ 10 por cliente fiquei com R$ 4 mil devendo. Eu nem tenho conta bancária, e ele perguntou como eu iria pagar. Eu chorei e falei que poderia fazer comigo o q quiser, mas que não teria dinheiro. Ele queria que mandasse a minha irmã ou uma prima, mas eu não tenho contatos com primas e minha irmã era muito nova ainda.

Aí ele me levou a uma barraca, onde fiquei três dias, atendendo a mais de 50 homens por dia, parecia me que eram principalmente trabalhadores da Petrobras. No final do terceiro dia disse para os homens: Vcs podem fazer com essa favelada endividada, o q quiserem, se pagarem bem. Deu a eles uma chibata, cordas, algemas, mordaça, consoladores de vários tamanhos, prendedores, agulhas, e mais e assim eu fiquei lá torturada por mais de um dia. Depois falou q teria ainda dívidas, mas q perdeu a paciência comigo e me deu um chute."


Uns dois anos depois encontrei a putinha Dezinha mais uma vez nas férias. Ela já era uma garota de programa mais conhecida, porque começou a trabalhar na famosa rua Guaicurus no centro de Belo Horizonte, e em um enquete da comunidade BH ela foi eleita surpreendentemente a puta mais gostosa de Belo Horizonte, avaliando o desempenho, a dedicação e as habilidades das putas, assim na boca com na buceta e no cuzinho. No ano antes ela estava acompanhada por sua irmã, uma adole- scente doce, gostosa e prometedora. Perguntei por ela, e se não fosse melhor ajudar a ela para ela poder fazer escola sem necessidade de fazer programas para sobreviver.

Mas Dezinha falou, que a menina já tinha caído: "O namorado dela devia R$ 300, que não conseguiu pagar, e um traficante disse lhe: Eu vou te fazer uma oferta. Me manda 10 vezes a sua namoradinha. Já que ele temia ser morto se não pagar, minha irmã cedeu e foi para dormir com o cara. Seria sempre uma hora. Mas já que ela ficou tímida e sem iniciativa, o cara falou depois de uma hora, que ele só descontaria R$ 15, porque ela não fazia um serviço bom. Ele exigiu que ela chupasse com mais dedicação e respondesse com a buceta e a bunda aos trancos, quando ele a comia. Ela se submeteu e fez de tudo, mas o cara falou que ainda não seria perfeita e teria q aprender ainda muito, e que só descontou R$ 20. Ela perguntou, o que ela deveria fazer para ser perfeita, e o rapaz exigiu um monte de coisas. Também exigiu que ela viesse sempre de sainha bem curta e roupa que lembra de uma puta. No outro dia ela fez tudo, o que lhe disse e se submeteu a tudo. Afinalmente o cara descontou R$ 30. Na noite seguinte o rapaz não estava, mas na outra noite minha irmã serviu-o de novo e foram descontados R$ 30.

Na próxima noite o rapaz estava com uma outra menina e disse para minha irmãzinha dormir então com um amigo dele, e era para ela lhe servir com todos os detalhes como a ele. Mas depois de ela lhe ter dado de tudo, o malandro contou a amigos de sua conquista. Quando minha irmã estava de 4 lhe abrindo a bucetinha e cuzinho com as mãos, ele fez uma foto sem ela perceber, e embora a face não era visível os amigos e colegas reconheceram-na.

Com o tempo tb o traficante contou a amigos que ela vinha sempre para pagar com seus buracos as dívidas do namorado, e quando ela, sempre por volta de 18 h, foi à casa do cara, aconteceu que moleques na rua fizeram lhe comentários como "e aí, putinha, vai transar?" "Não esqueça abrir bem as pernas" " Está já bem molhadinha?" "Não esqueça mexer bem a bunda, senão vai ganhar só R$ 15." e mais. Também na escola alguns a humilharam e amolestaram. Na última noite o cara disse, que ela seria agora realmente uma puta boa e deveria lhe agradecer pelo ensino. Ele ficou com a calcinha, de lembrança, e mandou-a de sainha na rua. Na rua tinha muitos moleques que perguntaram coisas sem vergonha como "ele entrou bem fundo no seu cuzinho?" "deve ser bem molhadinha, encharcada mesma...", e quando ela não respondeu eles a circundaram e empurraram-na por dentro de um corredor e lhe tocaram rude na buceta e nos peitinhos. Quando repararam que estava sem calcinha levantaram a saia e todos apalparam a bucetinha e a bunda, enquanto outros seguravam as mãos e continuavam amassando-lhe os peitos. O lote fez divisa com uma igreja, onde nesta noite não tinha ninguém, e eles obrigaram-na para pular com eles o muro, e lá ela teve que deitar se nua no chão e a estupraram. Eram mais ou menos 11 moleques entre 11 e 19 anos. Um outro rapaz, que é meu amigo, e observou tudo, me ligou na hora e me contou, que estavam estuprando a minha irmãzinha. Eu fiquei com tanta raiva, que foi para o traficante, porque pensei que foi ele, quem rendeu a menina aos moleques. Quando eu reclamei muito ele disse para eu ir em casa e que ele iria resolver o trem. Quando os 11 rapazes estavam estuprando a minha irmã, outros pulavam o muro para fazer também fila. Assim nem logo perceberam quando mais três pularam o muro, mas eram o traficante com dois colegas, todos armados. Eles mandaram os rapazes embora e levaram a menina nua e suja para a casa do cara. O cara perguntou à minha irmã, se ela queria ser protegida por ele, para nunca mais ser amolestada por moleques, e ela disse que sim.

Nesta noite ele dormiu com ela na mesma cama, enrabou lhe o cuzinho, já que os moleques tinham usado só a bucetinha, encravou-lhe os dedos na xaninha e adormeceu assim. No outro dia ela a levou para um prostíbulo em um bairro distante e falou para ela trabalhar algumas horas para ele. Assim ficou. Ela vai pra escola, mas muitas vezes ele a leva à tarde ou à noite para esse lugar. Ela ganha bem , mas fica só com 10% dó que ela ganha, o resto é o pagamento pela proteção, transporte e mais a esse cara."